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Governador Pezão inaugura Hospital Regional

30 MAR 2018
30 de Março de 2018

Pacientes serão encaminhados ao Hospital Regional pelo Sistema Estadual de Regulação; prefeitos de toda a região participaram da inauguração


Volta Redonda – O governador do Estado do Rio de Janeiro, Luiz Fernando Pezão (MDB), inaugurou na manhã de quinta-feira (29) o Hospital Regional, que fica às margens da Rodovia Presidente Dutra, na entrada de Volta Redonda, e atenderá pacientes de toda a região a partir de segunda-feira (02) . O prefeito Samuca Silva participou da inauguração, além de prefeitos de outras cidades e diversos políticos de toda a região. Pezão destacou que a inauguração do hospital é uma grande conquista para o Sul Fluminense na área de Saúde. Os pacientes serão encaminhados ao Hospital Regional pelo Sistema Estadual de Regulação.

Luiz Fernando Pezão relembrou do momento que estava doente e destacou a importância do hospital para a região.

– Estou muito feliz de todos nós estarmos realizando um sonho de muitos anos. Eu, que estive durante alguns meses em um tratamento difícil, em um leito de hospital, lutando pela vida, hoje estou aqui inaugurando o hospital que irá salvar muitas vidas de muitas pessoas, não só da região, mas também de outros lugares.  É importante que os deputados olhem sempre pela região, para estarem ampliando o serviço. Estou muito feliz de ver, no meu último ano de governo, essa obra realizada. Só tenho que agradecer por estarmos realizando mais um sonho, – destacou Pezão.

O Hospital Zilda Arns vai beneficiar cerca de 1 milhão de pessoas.  A unidade está localizada às margens da Rodovia Presidente Dutra, construída numa área de aproximadamente 54 mil metros quadrados. Os municípios beneficiados são: Barra do Piraí, Itatiaia, Piraí, Barra Mansa, Pinheiral, Porto Real, Quatis, Resende, Rio Claro, Rio das Flores, Valença, Volta Redonda, Angra dos Reis, Paraty e Mangaratiba, bem como quem trafega pela Rodovia.  A empresa contratada vai assegurar a assistência aos usuários da unidade.

De acordo com o prefeito de Volta Redonda Samuca Silva, o hospital vai ajudar na distribuição de atendimentos nos hospitais da cidade.

– Hoje, Volta Redonda já tem cerca de 40% de atendimento regional.  Com o Hospital Regional, nós ganhamos novos atendimentos de UTI, CTI e também leitos e devido a isso, os atendimentos serão divididos, – disse, salientando que está sendo feito um estudo para que a população tenha um transporte público para ir até o Hospital Regional e que esse serviço será definido na próxima semana.

O estabelecimento será referência para região e destinado ao tratamento de pacientes nas áreas de Unidade de Terapia Intensiva adulta e pediátrica, leitos de enfermaria clínica pós-uti adultos e pediátricos, e Serviços Auxiliares de Diagnose e Terapia (SADT) para pacientes internos e externos.

A unidade terá capacidade para: 30 leitos de UTI adulto, 10 leitos de UTI pediátrica, 30 leitos para enfermaria adulta, 30 leitos para pacientes pós-UTI e 10 enfermarias pediátricas para pacientes pós-UTI. Terá também Centro de Imagens com Radiologia Geral, Tomografia Computadorizada,  Mamografia, Ressonância Magnética, Ultrassonografia, Ecocardiograma,  Endoscopia Digestiva Alta e Serviço de Terapia Renal Substitutiva para paciente agudo ou crônico (internado).

Realizará também exames laboratoriais, cirurgia geral e pediátrica para apoio a terapia intensiva adulto e pediátrica, entre outros procedimentos.

Segundo o secretário estadual de Saúde, Luiz Antônio Teixeira, o custo atual do hospital é de R$ 3,5 milhões mensais e em 2019 algumas ampliações serão feitas no local.

– Um hospital desse porte precisa ser implementado aos poucos, pois é uma responsabilidade muito grande. Casos como esse não acontecem somente neste hospital, mas nos de todo o Pais, sejam eles públicos ou privados.  Temos um projeto para ser desenvolvido neste ano e ao longo do ano que vem, trabalharemos para a ocupação do centro cirúrgico e dos outros leitos do hospital – explicou.

Ainda segundo o secretário, a entrega do hospital é motivo de muita felicidade e é uma vitória para Volta Redonda e toda a região.

– Isso é uma grande vitória da região, tenho muito orgulho da gente ter assumido uma secretaria de Saúde no momento que se fechava serviço e hoje estamos aqui ampliando o número de leitos e acesso para a população do Rio de Janeiro – acrescentou.

Da arrecadação estadual, Neto diz que seguirá ajudando a unidade

O coordenador da Força Tarefa Arrecadatória da Secretaria de Estado de Fazenda e Planejamento do Rio, Antônio Francisco Neto, que participou da abertura dos trabalhos da unidade, disse que o compromisso com a unidade prossegue. “O foco agora é outro, fazendo um trabalho mais técnico dentro da Fazenda. O objetivo é permitir que situações como essa sejam criadas, que mais hospitais regionais sejam inaugurados. Fico feliz de ter iniciado esse projeto, inaugurado as obras e agora poder ajudar no custeio – disse Neto.

Neto ressaltou que espera ver uma boa administração daqueles que agora estão no comando das prefeituras da região, juntamente com o Estado. “Não posso e nem poderia intervir nas contratações, na escolha do modelo administrativo. Isso agora é com essa turma mais nova que aí está. A bola está rolando e agora é com eles. Sou otimista e espero sempre o melhor”, destacou.

Neto ressaltou que o Hospital Regional foi a maior obra física tocada no Médio Paraíba, com um  valor muito abaixo do mercado. “O metro quadrado em qualquer obra parecida fica em torno de R$ 5 mil, pois é um hospital com todas as especificações próprias. A obra do Hospital Regional ficou em R$ 2,8 mil o metro quadrado. Mérito de uma equipe que teve o Sebastião Faria, a Rosa Lages, Rodrigo Lages, Cláudia Freitas, Conceição. Sem falar nos ex-prefeitos como Doutor Toninho, Zé Renato, e tantos outros”, disse Neto.

Neto destacou também o apoio que recebeu desde o início do projeto através do deputado federal Deley de Oliveira (PTB). “O Deley foi e está sendo incansável na busca de recursos e também foi o responsável por trazer pelo menos dois ministros da saúde em Volta Redonda para ver essa obra. Sem isso, não seria possível”, disse.

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